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terça-feira, 20 de novembro de 2012

CONSCIÊNCIA NEGRA DO PESCADOR MATUTINO



Em comemoração ao Dia da Consciência Negra, o Grupo de Teatro Matutino fez duas apresentações do espetáculo: O NEGRO É CAPAZ DE TUDO! A peça é composta por 3 esquetes. A primeira tem como cenário um posto de saúde. Mãe de 5 filhas e grávida, mulher não consegue atendimento por falta de documentos. Ao protestar é levada por segurança até a chegada do médico que ao tentar ajudar é discriminado por ela. O médico identifica-se e faz ela compreender que o negro é capaz de tudo, basta dedicar-se aos estudos.



A escola é o cenário da 2ª esquete. Alunos mais claros discriminam alunos mais escuros, a sala vira uma baderna e professore recorre às ajudas da coordenadora, vice-diretora, da diretora e até da Conselheira Tutelar, que dá esclarecimentos sobre o crime de racismo, que bulling não é brincadeira, e que todos terão que cumprir medidas sócioeducativas.





A droga é o tema da 3ª esquete. É o resumo de uma peça baseada no texto Em busca de João e Maria, de Ziraldo, que apresentamos ano passado. A partir de relatos e notícias mostramos a relação entre traficantes, viciados e a família. Ao ser preso, bandido não acredita que a mulher negra seja a delegada que vai prendê-lo.
 
A plateia mostrou-se receptiva e divertiu-se com as apresentações que tiveram Chico César como trilha sonora e fotos da Pró Marta Soares.

CONSCIÊNCIA NEGRA DO PESCADOR VESPERTINO


A 1ª esquete questiona o controle de natalidade, mulheres continuam engravidando sem conhecerem os serviços sociais e opções para evitarem uma gravidez indesejada, não só emocionalmente, mas também economicamente.  Ao ser racista com o médico mulher não reconheceu sua própria origem.


Na escola, 2ª esquete, a professora busca conscientizar seus alunos para o reconhecimento da origem da humanidade na África, a cerca de 150 mil anos, e que a partir de lá se espalharam pelo planeta. A resisitência climática e adaptação a novos meios, fizeram com a pigmentação da pele se modificasse e o homem ganhasse novas estruturas físicas.



A violência urbana é um dos temas preferido dos alunos. Está na vida real, nos filmes, nas novelas, no noticiário, nos video-games etc. A relação com as drogas é um tema que causa curiosidade, mas a maioria é contra e quer combater. Nesta cena as crianças mostram a crueldade dos traficantes, capaz de matar um 'parceiro', e a eficiência da polícia. As cenas finais são empolgantes com a troca de tiros, a morte, o choro da mãe e a prisão do meliante Satã, o dono da Boca do Inferno.

terça-feira, 6 de dezembro de 2011

A REVOLTA DOS MALÊS

Uma alegoria teatral, marcada pelo ritmo do Rap e a poesia de Cordel, homenageou a Cultura Afro nas comemorações do mês da Consciência Negra, apresentando a peça "A REVOLTA DOS MALÊS".
Ocorrida em 25 de janeiro de 1835, a Revolta ocorreu por conta da prisão do líder religioso islâmico Licutan, o escravo Pacífico, para ser vendido em leilão como pagamento das dívidas do seu 'dono' com os Frades Carmelitas. Os Malês, mulçumanos na lingua africana, se organizaram para libertar Licutan da prisão, mas foram traídos e chacinados. Os sobreviventes foram deportados para a Àfrica.
O espetáculo foi apresentado pelos grupos Matutino e Vespertino, após ensaios improvisados nos corredores da escola devido à reforma na área superior que se estendeu até o mês de novembro.
Vestidas à moda das Árabes odaliscas, as meninas encantaram a plateia com uma dança do ventre estilizada e coletiva.
Após a peça, um grupo de dança, formado por meninos e meninas do 4º e 5º anos, apresentaram uma coreografia para a música 'Haja Coração" de Jammil e Uma noites.
Os videos das apresentações podem ser assistidos na TV DO PESCADOR.

sexta-feira, 26 de novembro de 2010

CONSCIÊNCIA NEGRA DO PESCADOR 1

As Turmas de Teatro da Escola Municipal do Pescador realizaram hoje a apresentação do CORDEL DA CONSCIÊNCIA NEGRA, uma performance lítero-musical, em que os alunos apresentam a trajetória do povo negro no Brasil, através da história, dos preconceitos e seus heróis.
Com música de Caetano Veloso sobre poema Navio Negreiro, do poeta Castro Alves, os alunos representam os escravos chegando e sendo expostos no mercado para venda e castigos. A sonoplastia segue com músicas africanas que ilustram o sofrimento e as
A consciência começa a surgir com os questionamentos sobre o tratamento que recebem e a forma como são tratados pela sociedade. São relatados, através de sextihas poéticas, fatos e biografia de personagens representativos da comunidade negra.
E um coro de escravas açoitadas pergunta insistentemente: - Quem é branco? Quem é preto?

CONSCIÊNCIA NEGRA DO PESCADOR 2

A Turma Matutina teve o elenco formado por Cíntia, Suelen, Suene, Gabriele, Ariane, Sinara, Raiane, Yasmin, Natiaia, Sérgio, Jeferson, Douglas, Wiles, Bruno e Gabriel.
Este grupo, fez uma apresentação mais percursiva, com três batuqueiros e capoeiristas.
O que era apenas pra ser uma alegoria, a cena dos capoeiristas em homenagem à Besouro, acabou virando um show à parte que encerrou as atividades da Semana da Consciência Negra, uma roda de capoeira.
A Turma Vespertina teve o elenco formado por Lorena, Luciano, Jadson, Késia, Kalyne, Pámela, Jéssica, Adriele, Mariana, Consuelo, Jackeline, Talita, Eveline, Ícaro e Adriane.
Este grupo foi mais cênico e focado no recital poética, fazendo com que a platéia percebesse os detalhes da narrativa que estava sendo apresentada.
Os dois espetáculos foram fantásticos, os estudantes mostraram não só o talento artístico, mas também a capacidade de compreensão dos textos e de comunicação com a plateia.

CONSCIÊNCIA NEGRA DO PESCADOR 3


Os Grupos 4 e 5 da Educação Infantil, orientados pelas professoras Marta, Telma e Clélia fizeram apresentações em homenagem a Angola e o grupo carnavalesco de Itapuã, Malê Debalê.
A Turma do 4º Ano A, da professora Sylvânia, apresentou coreografia com música afro-baiana, da mesma forma que as turmas do 5º Ano A e B. Houve exposição de artesanato em telha produzido pelo 3º Ano A, da professora Eliana, e mostra de máscaras africanas em papel-machê produzidas pelas turmas do 3º orientados por professora Antonia.
Como não poderia deixar de ser, com a presença da merendeira Cláudia, não faltou o acarajé e o famoso abará quentinho com tudo dentro; Sandra foi assistente também na produção e comercialização dos quitutes típicos da cultura afro-baiana.